Região Belém
 
 
 
 
 
Estudo da CF 2010 leva 150 pessoas à Região Belém
Primeiro Conselho Regional do Ano discute Congresso de Leigos

Com a participação de cerca de 250 lideranças representando os 10 setores que a compõem, a Região Episcopal Belém realizou no último sábado, dia seis de fevereiro, seu primeiro Conselho Regional de Pastoral do ano, com um tema bem pertinente: O I Congresso Arquidiocesano de Leigos.
O momento teve como objetivo incentivar e esclarecer aos participantes do Conselho Regional, numa preparação efetiva ao Congresso, que durante o ano de 2010 transcorrerá em todas as instâncias da ação pastoral: comunidade, paróquia, Setor, Região e Arquidiocese, junto com as suas pastorais e movimentos.
O encontro teve início com um momento de mística, coordenado pela secretária de pastoral da Região Belém, Laurentina da Silva, a Iracema, e em seguida a articuladora das CEBs regional nas comunidades, Liz Mari Silva Marques, membro da coordenação regional para o Congresso, fez memória sobre o protagonismo dos leigos, segundo os documentos da Igreja: Documento de Aparecida, 10º Plano de Pastoral e as Diretrizes da CNBB).
Valter Checheti, também coordenador regional desse assunto, apresentou o histórico e os objetivos do Congresso e o padre Marcelo Maróstica Quadro, coordenador arquidiocesano de Pastoral explanou sobre a metodologia do Congresso.
Mas foi na partilha do que foi exposto em pequenos grupos, que saíram indagações inportantes para  enriquecer o debate e levar o I Congresso de Leigos adiante da melhor maneira possível. Alguumas das pirncipais indagações levantadas pelos participantes:
- Desafio de envolver todas as pastorais e serviços da Igreja e mais ainda, o povo que somente freqüenta a missa;
- O Congresso será a oportunidade de renovar lideranças que estão em seus ‘cargos’ há muito tempo e não raro inibem a participação de gente nova;
- Que o Congresso incentive as paróquias irmãs do mesmo Setor a se ajudarem mutuamente em pastorais que estão deficitárias;
- Também será o momento de refletirmos sobre qual o modelo de paróquia que queremos?
- Será uma oportunidade contínua de formação para os Leigos sobre os documentos e diretrizes da Igreja;
Para o vigário geral da Região Belém, cônego César Gobbo, não obstante o Congresso ter sido motivado pelo clero, são os leigos e leigas que devarão assumir seu protagonismo: “Esta é a grande oportunidade dos leigos mostrarem não só o seu papel dentro da Igreja Católica, mas também no mundo”, salientou.  Para o padre Marcelo Matias Monge, o I Congresso ainda não visa colher frutos mas sim semeá-los: “O Congresso é um processo que deve nos encaminhar para uma mudança de atitude. Senão será apenas mais um encontrão. O Congresso quer plantar, mas não nos outros, mas em todos: não faremos de ninguém protagonistas se não houver este sentimento de mudança em cada um”, avalia.
Ao final, outra coordenadora do evento, Cleusa Aparecida de Jesus que é secretária executiva do Conregsso na Região Belém, juntamente com  Cleide  Oberle chamou os representantes dos Setores para que todos possam conhecê-los e tomar com eles informações sobre o I Congreso de Leigos da Arquiciodece.

(((((Com fotos)))))

No domingo, dia sete de fevereiro, cerca de 150 participantes dos 10 setores da Região Epsicopal Belém, se reuniram na sala Dom Décio do Centro Pastoral São José, para terem seu primeiro contato com a Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, cujo tema é a Fraternidade e a Economia e seu lema “Vocês não podem Servir à Deus e ao Dinheiro” (Mt 6, 24).

A assessoria do encontro ficou a cargo do  responsável pela dimensão Ecumência e Diálogo Religioso da Arquidiocese de São Paulo, padre José Bizon e por Edson Silva, leigo coordenador arquidiocesano da Campanha da Farternidade.

O evento teve início com a saudação do vigário geral regional, cônego César Gobbo, que ressaltou a necessidade des CFs serem vividas permanentemente: “A Campanha da Fraternidade não deve ser vivida apenas no presente, mas permanentemente; muitas vezes citamos a ‘Campanha da Fraternidade’  como uma realização para as outras pessoas, não nossa. Todos somos responsáveis: A CF é uma advertência a cada um de nós”, disse.

Adentrando no assunto da Campanha da Fraternidade Ecumênica, o padre José Bizon fez uma analogia com a chva para explicar como se deve trabalhá-la nas diversas instâncias da Igreja. “A CF é como a chuva que prepara a terra para lançarmos a semente; onde já se semeou, esta chuva tem a função de regá-las para que cresçam e dêem frutos”, comparou. Mas, lembrando das enchentes que afligem a vida dos moradores, padre Bizon continuou a sua comparação: ‘Entretanto, quando a chuva vem em forma de tempestade, isto é, se trabalharmos de maneira isolada sem respeitar as diversidades de outras religões, esta chuva pode causar estragos, tais como vemos hoje nos noticiários, causando mais estragos que benefícios: por isso, temos que ter foco na questão do ecumenismo”, disse.

Em seguida, dentro do tradicional método Ver, Julgar e Agir, padre Bizon e Edson apresentaram os objetivos gerais e específicos da CF 2010, sobretudo nas questões do relacionamento inter pessoal.. “A fé se manifesta onde quer que estejamos, não é possivel separar a fé e a nossa vida cotidiana. Por isso, neste tempo em que os grandes templos dos bancos, dos grandes empreendimentos ganham visibilidade, não podemos permitir que as nossas comunidades sejam ofuscadas por eles. É necessário mostramos solidariedade e valorizar as pessoas, criando laços concretos de amizade e superar o consumo. O dinheiro deve estar ao nosso serviço, não nós vivermos em função dele. É assim que promoveremos a vida”, finalizou.











Postado em 08/02/2010 por: João Carlos MTb 25.837